segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Para quem assistiu o Tropa ... 2

Acessem o link no Youtube:

http://www.youtube.com/watch?v=KOKS_apCwzA&feature=player_embedded

Alguém consegue relacionar esse vídeo com o filme?

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Tropa de Elite 2

Poderia escrever agora um comentário sobre o filme que acabei de assistir, no entanto, tenho o prazer de dizer que não será possível. Escrevo esse post somente para não passar em branco, pois, creio que "Tropa de Elite 2" é um filme que não permite o silêncio, a não ser o do choque.
No momento, apenas escrevo este pequeno texto, pois, estou incubando e refletindo sobre o que foi visto. Acredito que posteriormente escreverei minhas considerações mais detalhadas. Fica aqui a minha indicação para que assistam o filme. Ele mostra muitas coisas que acontecem - e algumas têm a ver com o que penso e até foi comentado neste blog - e ninguém havia tido a coragem de mostrar desse jeito.
"Tropa de Elite 2" é a nudez do sistema, o qual é muito feio peladão. Só espero que as pessoas discutam e entendam o sentido do filme.
Recomendo: assistam e tirem as suas conclusões, sendo as suas ideias bem vindas aqui.

Aí vai o link do trailer para quem não assistiu:

http://www.youtube.com/watch?v=gsZP9ZX3fsI

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O CQC e a Política

Você está chocado porque o Tiririca se elegeu? Mas você também senta em frente à TV todas as segundas-feiras e, acha de grande importância o que o programa CQC faz ao país? Pois então, fique sabendo que você é uma discrepância ambulante. O programa é engraçado, eu assisto e rio, no entanto, comecei a me dar conta do quão nocivo é à política e à democracia nacional.
Este programa da Band é muito bem feito, é o programa que trata de política, seguramente, mais assistido por jovens no Brasil. Por isso, sua responsabilidade deve ser elevada, haja vista, que seus telespectadores são eleitores. Não defendo que haja censura ao CQC. De maneira nenhuma! O programa é importante para peitar os políticos com perguntas que a mídia “séria” não faria. Esse é o motivo pelo qual eu admiro e gosto de sentar-me sintonizado na Band às segundas, porém comecei a notar algo prejudicial à política.
Os repórteres do programa tentam pressionar os políticos, de maneira que sejam pegos numa saia justa, para assim em frente às câmeras revelarem o que realmente são e, ficava camuflado atrás dos seus discursos inflamados. Porém, muitas vezes essa saia justa é covarde e mesmo se o político não tem nada a dever acaba por ser ridicularizado. Veja bem, há bons políticos e maus políticos, assim como há política e há politicagem. O que os maus políticos fazem não pode se sobrepor e cobrir o que os bons fazem ao país. E é isto exatamente o que o CQC faz, pois nunca vi ser apresentada uma solução ou, ser mostrado algo de bom feito pelas pessoas que administram publicamente o nosso país. Deveria ter espaço tanto para mostrar o certo quanto o errado.
O telespectador desinformado pode não acreditar, mas existem sim coisas boas. Para começar, tente lembrar em quem você votou, e, procure informações do que ele tem feito para compensar o seu voto. Não fez nada? Procure outro que tenha feito, pois há. Se eu achei você também consegue. O que não pode é buscar informação somente no programa do Sr. Marcelo Taz. Pois chego à conclusão que a finalidade daquele programa é ridicularizar gratuitamente a política nacional, fazendo com que haja um descrédito doloso à democracia e ao processo eleitoral.
Portanto, ser politizado não é falar mal de políticos e sim, sabendo da importância da política, procurar escolher os candidatos certos e depois vigia-los. Agora, por exemplo, o Sr. Danilo Gentili irá à Brasília ridicularizar o Excelentíssimo Tiririca? Mas, ele não se incomodará, afinal ele é um palhaço e, ainda, um símbolo vivo do que o brasileiro pensa sobre a política. No entanto, depois quando nos dermos conta que estamos desperdiçando um direito que outrora outros lutaram para conseguir, quem ao se olhar no espelho verá refletido um nariz vermelho em sua face?

“Quem não se ocupa de política já tomou a decisão política de que gostaria de se ter poupado: serve ao partido dominante.” Frisch, M.